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A Fórmula 1 possui uma longa história de acidentes

    A Fórmula 1 possui uma longa história de acidentes impressionantes e trágicos que moldaram a evolução da segurança na categoria. A introdução de padrões de segurança modernos, a célula de sobrevivência rígida e o dispositivo de proteção de cabeça

Acidentes mais marcantes da história
  • Romain Grosjean (Bahrein, 2020): Um dos acidentes mais assustadores do século. Após um toque com Daniil Kvyat, o carro de Grosjean bateu violentamente na barreira de proteção a 67G de força, partiu-se ao meio e incendiou-se. O piloto sobreviveu graças ao Halo. [1, 2]
  • Ayrton Senna e Roland Ratzenberger (San Marino, 1994): O fim de semana mais trágico da história moderna da Fórmula 1. O falecimento dos dois pilotos em dias consecutivos acelerou drasticamente as pesquisas e implementações de segurança na Federação Internacional de Automobilismo (FIA). [1, 2, 3]
  • Jules Bianchi (Japão, 2014): Durante o GP realizado sob chuva, o piloto da Marussia colidiu com um trator que resgatava outro carro na área de escape. O impacto resultou em lesões severas na cabeça que culminaram no falecimento de Bianchi no ano seguinte. Esse acidente levou à criação da regra do Virtual Safety Car (Carro de Segurança Virtual). [1, 2, 3]
Para entender melhor como os carros modernos dissipam a força dos impactos e protegem os pilotos em situações de altíssima velocidade:
Os maiores impactos registrados na categoria
A segurança moderna é medida através da desaceleração instantânea sofrida pelo piloto, calculada pela força da gravidade (Força G). Veja os maiores impactos já registrados: [1, 2]
  • David Purley (Grã-Bretanha, 1977): 179,8G. Um acidente nos treinos causado pela trava do acelerador. Esse foi o maior impacto registrado na história da categoria. [1]
  • Luciano Burti (Bélgica, 2001): 111G. Um toque com Eddie Irvine fez o brasileiro perder a asa dianteira e bater a 290 km/h na barreira de pneus em Spa-Francorchamps. [1]
  • Rubens Barrichello (San Marino, 1994): 95G. Uma forte batida nos treinos contra a parede de pneus. [1]
  • Robert Kubica (Canadá, 2007): 75G. Após um toque com Jarno Trulli, o carro decolou e se desintegrou ao atingir o muro. Kubica sobreviveu com lesões leves. [1, 2]
Se quiser ver uma análise detalhada sobre a aterrorizante temporada de 1994 e como ela mudou a categoria:
Para conferir uma compilação com os maiores acidentes de anos recentes, focados em acidentes espetaculares mas que não tiveram consequências fatais:
Caso queira pesquisar estatísticas completas, registros históricos de fatalidades e dados sobre a segurança atual, acesse a Lista de acidentes fatais na Fórmula 1 na Wikipedia. [1]